André Rodrigo Pacheco
Divulgação

André Rodrigo Pacheco

Repórter cinematográfico a mais de 20 anos e também fotógrafo auto didata, atualmente, na TV Brasil, é um dos responsáveis pela fotografia do Caminhos da Reportagem, programa jornalístico de maior visibilidade dentro da emissora, onde já conquistou dentro da EBC mais de 12 prêmios jornalísticos, dentre eles 2 Vladimir Herzog e um Petrobras, este ano completa 5 anos dentro da TV Brasil, no ano em que se passou, galgou o quinto lugar dentre os jornalistas mais premiados do Centro-Oeste. Na fotografia desenvolve trabalhos autorais, ensaios e suas maiores referências fotográficas são o fotógrafo francês Henri Cartier-Breson e o brasileiro Sebastião Salgado, a fotografia documental é o estilo que mais fascina o fotógrafo; oportunamente em suas viagens à trabalho pelo Caminhos da Reportagem, aproveita o ensejo para fazer registros fotográficos, acumulando assim vários ensaios como por exemplo em Ayacucho, no Peru,  e também em suas viagens particulares, como em Paris, Colombia, Espanha, Portugal etc.

Em 2014, durante uma expedição ocorrida na reserva Yanomami com o objetivo de preparar um documentário para a TV Brasil, o fotógrafo André Rodrigo Pacheco, capturou um vasto material mostrando um pouco desta riquíssima cultura; nesta mostra de fotografia documental temos um pouco do costume, da beleza dos ornamentos, pinturas de pele e principalmente um olhar curioso e cheio de beleza, um olhar cruzado com o olhar do fotógrafo, mostra a conexão deste povo com a natureza, sempre harmônico e equilibrado, belo e muito vaidoso. A cultura indígena está tão presente em nossos dias que nem percebemos, do descanso na rede à inúmeros alimentos que consumimos.Yanomami, trata-se de um povo muito alegre e receptivo. São índios caçadores-agricultores. Com frequência se reúnem, cantam, dançam e ainda discutem entre si o que se passou durante o dia.

Faz igualmente parte da cultura destes grupos pintar o corpo com corantes diversos. Em altura de festa costumam untar a pele com argila branca e os homens enfeitam-se com braceletes multicolores confeccionadas com a plumagem de alguns pássaros. 

Costumam perfurar o lóbulo da orelha para colocar pedaços de bambu, plumas e flores. Também é vulgar perfurarem o septo nasal e os cantos dos lábios para inserirem os palitos de bambiu. Os adornos femininos são mais ténues, feitos com cerne de palmeiras, flores ou maços de folhas perfumadas que introduzem em cilindros vegetais colocados nos furos das orelhas.

A mostra está composta com 26 imagens.

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