Camerata Caipira
Crédito foto: Clausem Bonifácio/Site do Grupo

Camerata Caipira

Variada é a formação musical, versátil e colorida é a performance. Utilizando-se da  viola caipira, cavaquinho, e violões de  6 e 7 cordas, o Camerata Caipira vem provar que é perfeitamente possível amar o melhor da música tradicional e simultaneamente abrir-se a invenções, em uma experimentação sonora que revela a diversidade musical brasileira no sotaque de cada um de seus integrantes.

Seus integrantes, nascidos em diferentes cidades do país, escolheram a camerata como configuração do grupo para criar uma sonoridade própria.Isabella Rovo, Victor Batista, Nelson Latif e Bosco Oliveira apresentam um leque de ritmos tradicionais da cultura popular brasileira, emoldurados em uma versão contemporânea através de arranjos para cordas, vozes e percussão.


Do Nordeste o grupo toca coco, xote, samba de roda e frevo. Do Norte traz as toadas do boi e a sedução do carimbó.  Dos campos do Sul, o bailão popular. Do Sudeste, o choro. Do Brasil Central, os cantos de mutirão, pagode de viola e congadas. 


A percussionista Isabella Rovo explica como é composta a sonoridade do grupo: “Como cada integrante é de uma diferente região do Brasil, agregamos ritmos do Norte, Nordeste e Sudeste com mais precisão”, diz. A ênfase maior é nos instrumentos de corda. Coco, samba de roda, maracatu, calango, baião e outros ritmos tradicionais formam o plano de fundo do grupo musical.


O prazer óbvio que os seus membros têm de fazer música juntos desenvolve uma unidade chave com o público que transforma-se em cumplicidade proporcionando a todos uma experiência original e única.


OS INTEGRANTES DA CAMERATA


Isabella Rovo. De Brasília, Isabella assimila a pluralidade do sotaque cultural da nova capital. Formada em Educação Artística  dedica-se à música, artes plásticas, educação e pesquisa da cultura popular brasileira. Integrou os grupos: Liga Tripa, Brazealand e Quinteto Popular Brasil. Junto ao Ponto de Cultura COEPI, em Pirenópolis, enveredou pelo universo das tradições caipiras.


Victor Batista. De Belo Horizonte, o compositor, violeiro, cantor, pesquisador, produtor musical e contador de histórias Victor Batista, é formado em Letras pela UNI-BH e em Canto Lírico pela UEMG. Trabalha com arte-educação, em especial na iniciação musical de crianças e jovens.  Destaca-se por seus álbuns autorais: “Além da Serra do Curral” e “Manchete do Tico-Tico”, e em “Concerto Caipira” junto a Orquestra Mineira de Violas, além de “Cantares da Educação do Campo”, do Coletivo de Educação do MST.


Nelson Latif. Violonista e cavaquinista, Nelson Latif é fruto da boa safra de músicos paulistanos da década de 80. Com formação musical em jazz e choro, atua nos principais palcos brasileiros e europeus. Nelson Latif une os fundamentos da música clássica às diversas tendências musicais assimiladas ao longo da carreira. No fraseado melódico, linhas de forte influência jazzística executadas ora no ritmo sincopado e alegre do choro, ora com a precisão e o vigor do flamenco produzem um estilo singular, marca inconfundível do artista.


Bosco Oliveira. Músico que dedicou toda a carreira à música instrumental brasileira. O violonista Bosco Oliveira atuou em palcos bem distantes nas duas últimas décadas.  Têm formação acadêmica em violão erudito e influência na música flamenca.



Para mais informações, acesse o site do Camerata Caipira.


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