Emília Monteiro
Cultura Tradicional

Emília Monteiro

Emília Monteiro é cantora de família amapaense, radicada em Brasília. Começou sua carreira atuando e cantando, fazendo parte da Companhia dos Menestréis de Oswaldo Montenegro na capital.

Emília Monteiro é cantora de família amapaense, radicada em Brasília. Começou sua carreira atuando e cantando, fazendo parte da Companhia dos Menestréis de Oswaldo Montenegro na capital.

O álbum Cheia de Graça nasceu de suas lembranças afetivas e familiares com os ritmos do Norte. Sua presença de palco irreverente e intensa se destaca pela forte interpretação e entrega, resultando em apresentações envolventes e dançantes, com repertório que vai de músicas do seu primeiro CD a composições de Pinduca, Felipe Cordeiro, Calypso, Dona Onete e outros referenciais amazônico/caribenhos.


Dão o tom ao trabalho de Emília, ritmos como o Marabaixo e o Batuque do Amapá (grande diferencial da artista), o Carimbó Chamegado e o Lundu do Pará, relidos em arranjos contemporâneos e universais. Também o Zouk Love (ritmo de fronteira entre Guiana Francesa e Amapá), na canção Veneno de Cobra, além de outras canções com influência latino-caribenha.

O álbum foi gravado em estúdio pelo percussionista Nena Silva, um dos maiores representantes da sonoridade do Amapá, remanescente do Quilombo do Curiaú. Conta também com a participação de artistas de peso do Pará, como o Mestre da Guitarrada Aldo Sena, e da madrinha musical de Emília, Dona Onete, que cedeu duas músicas para o CD. Também tem canções inéditas de compositores como Zeca Baleiro, Simone Guimarães e os da nova safra da MPB, como Ellen Oléria, Rafael Altério e Nanon.

Emília Monteiro já dividiu o palco com Dona Onete,  Lia Sophia, Luiz Félix Robatto, Os Quentes da Madrugada, Felipe Cordeiro e  Gaby Amarantos. Foi considerada pela curadoria do Festival Cena Contemporânea 2015, como “a representante máxima dos sons do Norte na capital”.


   

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